Sexta-feira, 15 de Abril, 22 horas, Restaurante Tapadinha.
Todos sabemos de antemão que a escolha deste restaurante não é bom pronuncio para a cabeça, da maioria dos intervenientes, na manhã seguinte, mas vá se lá saber porque, continuamos a pedir mais do mesmo.
O convívio, como qualquer um que se preze, começa com os aperitivos, uma qualquer bebida de travo mais ou menos adocicado que nos abre o apetite para o jantar. A comida é divinal, posso arriscar a dizer que este é mesmo, o melhor restaurante russo da capital. As vodkas finais, de morango, melão, limão, ou de qualquer outro sabor que venha para a mesa, permite-nos fazer os brindes da praxe e “aquecer” a alma para a longa noite que se segue.
Daí saltamos para outro pouso, neste dia a escolha, unanime, recaiu sobre uma das zonas mais “in” da capital: Cais do Sodré.
A variedade de espécimes no local é verdadeiramente impressionante, (nem sei porque é que o David Attenborough ainda não veio aqui fazer um dos seus documentários), mas é isso mesmo que torna aquele local tão peculiar.
Mesmo ao virar da esquina está o concorrido Jamaica, a nossa actual discoteca de eleição. O ambiente é descontraído, a música melhor do que na maioria dos outros sítios, inacreditavelmente, ali consegue-se ouvir Rock (que saudades do Rock Line), melhor ainda, não passa aquelas músicas insuportáveis de Kudur.
A noite já vai longa, alguns já beberam mais que a conta e os episódios hilariantes sucedem-se. Como é hábito faz-se uma reportagem fotográfica, estes são momentos dignos de serem guardados para a posteridade, as fotos desta noite estão lindas.
Todos sabemos de antemão que a escolha deste restaurante não é bom pronuncio para a cabeça, da maioria dos intervenientes, na manhã seguinte, mas vá se lá saber porque, continuamos a pedir mais do mesmo.
O convívio, como qualquer um que se preze, começa com os aperitivos, uma qualquer bebida de travo mais ou menos adocicado que nos abre o apetite para o jantar. A comida é divinal, posso arriscar a dizer que este é mesmo, o melhor restaurante russo da capital. As vodkas finais, de morango, melão, limão, ou de qualquer outro sabor que venha para a mesa, permite-nos fazer os brindes da praxe e “aquecer” a alma para a longa noite que se segue.
Daí saltamos para outro pouso, neste dia a escolha, unanime, recaiu sobre uma das zonas mais “in” da capital: Cais do Sodré.
A variedade de espécimes no local é verdadeiramente impressionante, (nem sei porque é que o David Attenborough ainda não veio aqui fazer um dos seus documentários), mas é isso mesmo que torna aquele local tão peculiar.
Mesmo ao virar da esquina está o concorrido Jamaica, a nossa actual discoteca de eleição. O ambiente é descontraído, a música melhor do que na maioria dos outros sítios, inacreditavelmente, ali consegue-se ouvir Rock (que saudades do Rock Line), melhor ainda, não passa aquelas músicas insuportáveis de Kudur.
A noite já vai longa, alguns já beberam mais que a conta e os episódios hilariantes sucedem-se. Como é hábito faz-se uma reportagem fotográfica, estes são momentos dignos de serem guardados para a posteridade, as fotos desta noite estão lindas.

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